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Coronavírus – Saiba como se prevenir!

INSTITUCIONAL

  16 de março de 2020

O Ministério da Saúde confirmou, no dia 26 de fevereiro de 2020, o 1º caso de COVID-19 no Brasil, a infecção viral pelo novo coronavírus, através da contraprova enviada pelo Hospital Israelita Albert Einstein ao Instituto Adolfo Lutz. Com base na Organização Mundial da Saúde (OMS), Centers for Disease Control and Prevention (CDC), Ministério da Saúde e do infectologista Fernando Gatti de Menezes coordenador médico do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Albert Einstein, seguem alguns esclarecimentos sobre o coronavírus.

O que posso fazer para me proteger e evitar a propagação da doença?

Higienizar regularmente as mãos com álcool gel 70% ou água e sabão elimina o vírus.

Manter uma distância, de pelo menos 2 metros, de pessoas que estejam tossindo ou espirrando para evitar contato com as gotículas que podem conter o vírus caso a pessoa esteja infectada.

Evitar tocar seus olhos, boca e nariz com mãos não higienizadas.

Certificar-se que as pessoas ao seu redor cobrem a boca e o nariz com papel ao tossir ou espirrar e, que logo em seguida, o descartam.

Procurar atendimento médico caso apresente febre, tosse e dificuldade em respirar.

Manter-se informado sobre as últimas informações sobre a COVID-19 seguindo as recomendações médicas e das autoridades de saúde.

Quais são os sintomas do coronavírus?

Os sintomas mais comuns são febre, cansaço e tosse seca. Os sinais são principalmente respiratórios, semelhantes a um resfriado. Podem, também, causar infecção do trato respiratório inferior, como as pneumonias. Alguns pacientes podem ter dores, congestão nasal, corrimento nasal, dor de garganta ou diarreia. Esses sintomas geralmente são leves e começam gradualmente. Algumas pessoas são infectadas, mas não apresentam sintomas e não se sentem mal. A maioria das pessoas (cerca de 80%) se recupera da doença sem precisar de tratamento especial. Cerca de 1 a 6 pessoas infectadas pelo coronavírus que causa o COVID-19 fica gravemente doente e desenvolve dificuldade para respirar. Pessoas apresentado esses sintomas e que estiveram em viagens fora do Brasil devem procurar atendimento médico. As pessoas idosas e as pessoas com problemas médicos subjacentes. Como pressão alta, problemas cardíacos ou diabetes, têm maior probabilidade de desenvolver doenças graves.

Quais são os sintomas do coronavírus?

Os sintomas mais comuns são febre, cansaço e tosse seca. Os sinais são principalmente respiratórios, semelhantes a um resfriado. Podem, também, causar infecção do trato respiratório inferior, como as pneumonias. Alguns pacientes podem ter dores, congestão nasal, corrimento nasal, dor de garganta ou diarreia. Esses sintomas geralmente são leves e começam gradualmente. Algumas pessoas são infectadas, mas não apresentam sintomas e não se sentem mal. A maioria das pessoas (cerca de 80%) se recupera da doença sem precisar de tratamento especial. Cerca de 1 a 6 pessoas infectadas pelo coronavírus que causa o COVID-19 fica gravemente doente e desenvolve dificuldade para respirar. Pessoas apresentado esses sintomas e que estiveram em viagens fora do Brasil devem procurar atendimento médico. As pessoas idosas e as pessoas com problemas médicos subjacentes. Como pressão alta, problemas cardíacos ou diabetes, têm maior probabilidade de desenvolver doenças graves.

Como o coronavírus é transmitido?

O novo coronavírus é transmitido entre pessoas por gotículas do nariz ou da boca expelidas por alguém infectado que tosse ou espirra perto de você, por exemplo. Qualquer pessoa que tenha contato próximo (cerca de 1m) com alguém com sintomas respiratórios está em risco de ser exposta à infecção. É importante observar que a disseminação de pessoa para pessoa pode ocorrer de forma continuada. As gotículas “pousam” em objetos e superfícies ao redor da pessoa e as outras pessoas se infectam tocando nesses objetos ou superfícies e depois tocando nos olhos, nariz ou boca. O contato pessoal com secreções contaminadas, como: gotículas de saliva, espirro, tosse, catarro, toque ou aperto de mão, contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

Qual o tempo de incubação da COVID-19?

O período médio de incubação por coronavírus é de 5 dias, com intervalos que chegam a 12 dias, período em que os primeiros sintomas levam para aparecer desde a infecção.

Quanto tempo o vírus sobrevive nas superfícies?

Não se sabe ao certo, mas ele parece se comportar como outros vírus existentes, ou seja, podem persistir nas superfícies por algumas horas variando sob diferentes condições de temperatura ou umidade ou ambiente. Limpe as superfícies com um desinfetante simples para matar o vírus e proteger a si e aos outros. Higienize as mãos com álcool gel 70% ou água e sabão. Evite ocar olhos, boca e nariz.

Qual a probabilidade de ser infectado(a) pelo novo coronavírus?

O risco depende de onde você mora ou de onde viajou recentemente. O risco é maior em áreas onde várias pessoas foram diagnosticadas com COVID-19. Até o mês de fevereiro de 2020, mais de 95% dos casos estão na China, na província de Hubei.

Tive contato com alguém que esteve nos países que registraram a doença. O que devo fazer?

Caso você não tenha sintoma e a pessoa também não, não se desespere. Não há necessidade de fazer exames. A coleta de exame de paciente assintomático (sem sintomas) é desnecessária. O vírus só é detectado quando há sintomas, de preferência nos primeiros 7 dias do início do quadro clínico.

Posso fazer um exame de teste do novo coronavírus?

O exame, chamado de PCR em tempo real para novo coronavírus), só é indicado no paciente com febre e tosse, ou seja, que apresenta os sintomas, e

que retornou de viagem internacional nos últimos 14 dias.

Existe vacina, medicamento ou tratamento para a COVID-19?

Não. As maneiras mais eficazes para proteger-se contra o novo coronavírus são higienizar frequentemente as mãos, cobrir a boca e o nariz ao tossir e manter uma distância de pelo menos 2 metros das pessoas que estão tossindo ou espirrando.

Posso pegar a COVID-19 do meu animal de estimação?

Não, não há evidências de que pets foram infectados ou podem espalhar o vírus que causa a COVID-19.

 

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